
Antes mesmo de o Brasil ser anunciado oficialmente como sede da Copa do Mundo de 2014, o assunto já começou a criar furor sobre investimentos e obras que seriam feitas no país para a competição. Nesta sexta-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, atribuiu uma dimensão exata a essas mudanças.
Em reunião realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Teixeira apresentou a logística e a infra-estrutura necessárias para a disputa do Mundial de 2014 no Brasil. Além disso, esmiuçou as obras que o país precisará fazer a fim de estar preparado para a competição.
Depois, Teixeira entregou a Paulo Skaf, presidente da Fiesp, uma cópia do caderno de encargos da Fifa, documento que lista as exigências da entidade para a realização de uma Copa do Mundo.
A principal preocupação de Teixeira foi mostrar a empresários a diferença entre o projeto da Copa do Mundo de 2014, a realização dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007 e a candidatura da capital fluminense às Olimpíadas de 2016.
Teixeira detalhou a distância entre as competições porque o investimento para a Copa do Mundo, por determinação da Fifa, deve ser majoritariamente oriundo da iniciativa privada.





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